Brasil 200 anos

Esse é o meu projeto de Brasil para os próximos 200 anos. O mundo caminha para o sistema societarista, ou Friendly Society. Em breve não haverá moeda nem dinheiro. o meio circulante será digital, onde todos serão obrigados a terem um celular smartphone para tocar sua vida social, laboral, escolar, amorosa, fiscal, sanitária e demais obrigações sociais, religiosas e legais. Os países deixarão para trás essa preocupação com fronteiras físicas, outras barreiras mais altas e virtuais que já exisstem serão muito mais cerradas, a partir da língua, costumes, cultura, religião, a distância e o fuso horário. A terra toda será distribuída em distritos de vinte mil kilômetros quadrados com uma estrutura admistrativa e uma especialização vocacionada para uma utilidade econômica específica, desde indústrias, extração mineral, agricultura, informática, estudos, pesquisa, pesca, produções de mídia, e assim por diante. As pessoas não poderão escolher livremente onde vão residir, nem qual profissão escolher, nem qual curso estudar, haverá um limite superior e inferior de vagas que deverão ser preenchidas de acordo com o planejamento e interesses comunitários e globais. A situação de caos chamada mercado desaparecerá. Sem o excesso de oferta nem de demandas. Ficou para trás a era da disputa e competição entre empresas e profissionais. Não mais essa utopia distópica de merccado. A principal atividade a ocupar o alto das remunerações será a MATEMÁTICA. Em torno da Matemática se constrói o castelo do conhecimento científico, ficando para último lugar em prioridade do sistemismo as ciências sociais e artísticas. No passado da grécia era a Filosofia o elo central do sistema societário grego. Na Idade Média foi o Cristianismo. Já passamos por isso e não funcionou na civilização. Hoje vivemos o extremo da advocracia onde nos EUA, Japão, Alemanha onde o serviço judiciário tem uma importância hegemônica absurda e incompatível com as demandas sociais, porque as violações de regras partem principalmente das autoridades e do Estado. Difícil aos meus ex alunos e amigos entenderem que as críticas que faça ao comunismo se repetem ao ocidentalismo de mercado. A anarquia é ideologicamente parida do comunismo de Bukarin. Então o que tem de errado no mundo? A líbia de Kadhaf, ou a Suécia, Arábia Saudita, Israel e Coréia do Norte não são capitalistas nem comunistas. Existe uma zona cinzenta onde os métodos de produção são estritamente capitalistas no chão de fábrica e muitos métodos da administração e contabilidade e de recursos humanos utilizam da velha qualidade do incentivo individual baseado na discriminação meritória desde que Stalin abandonou os cartões de racionamento de comida e a lista de espera de entrega de casas e de carros por um sistema de pontuação onde cada um recebia de acordo com sua avaliação profissional e produtividade. Então o comunismo passou a ser chamado de socialismo onde um sistema previdenciário estatal cuida da saúde e do planejamento e do orçamento familiar. O grau de liberdade econômico e social é muito restrito sobre certos tipos de patrimônio como imóveis e jóias com limites que não existem abertamente ou formalmente no capitalismo. Todos os regimes que impõe tetos às riquezas são considerados comunistas pelos puritanos do capitalismo. Essa é a barreira limite da consciência norte americana de liberdade. A Europa aceita melhor as restrições ao acúmulo e concentração financeira e patrimonial exceto para a elite transacional e hereditária das altas castas.

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